El Ministério dos Transportes e Mobilidade Sustentável fechou o ano de 2024 com progressos notáveis no desenvolvimento de Corredores Atlântico e Mediterrâneo, consolidando assim o seu compromisso com a melhoria do transporte ferroviário a nível europeu. Este progresso reflecte-se num investimento histórico que atinge 1.280 milhões de euros no Corredor Mediterrâneo, o que representa um aumento de 33% em relação ao ano anterior.
Durante reunião, o ministro Óscar Puente destacou as conquistas alcançadas este ano juntamente com os comissários do Corredor Atlântico e Mediterrâneo, José Antonio Sebastião y Josep Vicente Boira. Puente sublinhou que “o comboio é o meio mais sustentável, seguro e eficiente”, sublinhando a sua importância na redução das emissões poluentes.
Em termos gerais, foram adjudicados 128 contratos no valor de 2.630 milhões de euros, superando em 20,6% os valores do ano passado. Em particular, o Corredor Mediterrâneo viu a adjudicação de contratos por mais de 1.400 milhões, enquanto o Corredor Atlântico atingiu 1.230 milhões, ambos números recordes.
Entre as obras notáveis no Corredor Mediterrâneo estão a alta velocidade entre Almería e Múrcia, com investimentos previstos de mais de 400 milhões, bem como projetos importantes como a estação La Sagrera em Barcelona ou a renovação do troço La Encina-Xativa-Valência.
Por outro lado, o Corredor Atlântico concentrou os seus esforços em trazer alta velocidade ao País Basco e impulsionar infraestruturas logísticas cruciais, como terminais marítimos. Jundiz (Vitória) ou Vicálvaro (Madrid), somando investimentos conjuntos de mais de 200 milhões.
Ambos os corredores continuam a avançar no sentido do seu objetivo comum: completar a rede básica até 2030, de acordo com o que foi acordado com o Comissão Europeia. As projeções para 2025 apontam para comissionamentos significativos e conclusões importantes que refletirão os investimentos significativos realizados durante estes últimos anos.
Este relatório destaca como Espanha está a liderar esforços significativos para melhorar a sua infra-estrutura ferroviária através de investimentos estratégicos que procuram não só melhorar a conectividade interna, mas também fortalecer a sua posição dentro do Quadro europeu para transportes sustentáveis.




