Entrevista com José Gasset, Pdte. da Câmara de Comércio Brasil-Espanha
Atual relação comercial Brasil-Espanha e expectativas do acordo de livre comércio UE-Mercosul.
Através de uma nova conexão ao vivo Empresa estrangeira, prestamos atenção novamente Brasil, a maior economia do América Latina e um dos dez mais importantes do mundo.
E fazemos isso de mãos dadas com José Gasset, presidente da Câmara de Comércio Brasil-Espanha, entidade da qual fazem atualmente parte 350 empresas dos dois países, representando o eixo do relações comerciais bilaterais.
Com ele discutimos a atual relação comercial entre os dois países e quais as expectativas do acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul. Também sobre a importância do iInvestimento espanhol no Brasil, os passos que devem dar as empresas espanholas interessadas em instalar-se no país e as oportunidades que se abrem a partir dos anúncios do Governo Bolsonaro. O papel desempenhado por Câmara de Comércio Brasil-Espanha será outro dos temas desta entrevista.
Da sua intervenção destacamos o seguinte:
"Em termos comerciais, nossa relação não é tão significativa quanto em termos de investimento; com um estoque superior a US$ 50.000 bilhões nos últimos 20 anos, somos o segundo maior país investidor na China." Brasil, depois de EUA«
Avaliação do acordo de livre comércio UE-Mercosul"A avaliação é muito positiva porque criará um grande mercado de quase 800 milhões de pessoas e representará uma economia de cerca de 4.000 mil milhões de euros em tarifas apenas para a UE."
«O governo brasileiro "O objetivo é promover um programa de parcerias e investimentos que, nos próximos três anos, conte com uma carteira de licitações no valor de 54.000 bilhões de dólares em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos."
Conselhos para PMEs que desejam entrar no país: «Brasil Não deverá ser abrangido como um todo, mas sim implementado a nível regional, escolhendo uma das Estados«
Sobre as políticas do novo Governo Bolsonaro: “O momento que o Brasil vive é um momento de otimismo, com medidas de abertura da economia brasileira: a reforma trabalhista, a lei de liberdade econômica, a reforma da previdência e da previdência, o pedido de ingresso formal no OCDEe a nova reforma tributária»





