Na edição anterior, mencionamos as expectativas apresentadas pela República Popular da China, um país que recebeu investimentos estrangeiros no valor de US$ 39.600 bilhões (€ 40.392 bilhões) até o momento, um aumento de 22,6%.
Entre janeiro e setembro, as exportações cresceram 19,4%, atingindo US$ 232.560 bilhões (€ 237.211 bilhões), enquanto as importações aumentaram 17,2%, totalizando US$ 212.821 bilhões (€ 216.821 bilhões). A produção industrial também apresentou crescimento considerável, impulsionada principalmente pelos setores automotivo e de telecomunicações. O governo havia estabelecido uma meta de crescimento de 7%, que foi superada, alcançando 9%. O aumento dos gastos públicos em programas de investimento destinados a estimular a demanda e evitar a deflação contribuiu significativamente para esse crescimento.
No entanto, essa perspectiva otimista não parece que irá durar. As estimativas para o próximo ano sugerem que, se a economia dos EUA não começar a se recuperar com mais força, as previsões para a China serão afetadas negativamente.





