O último relatório de Comércio e Investimento Basco analisa a situação atual do setor siderúrgico em Brasil, país que continua sendo o principal produtor de aço do América Latina e nono em todo o mundo. Em 2023, o Brasil produziu 31,9 milhões de toneladas de aço bruto, o que representou uma redução de 6,5% em relação ao ano anterior. No entanto, o consumo local registou um aumento de 1,5%, impulsionado por um aumento de 50% nas importações. O exportações registou uma ligeira queda de 1,8%.
O relatório examina aspectos estratégicos como Comércio exterior e a cadeia de valor. Destaca recursos essenciais, como minério de ferro de alta qualidade e baixo custo, que fortalecem a competitividade do setor. Da mesma forma, são identificadas barreiras significativas para empresas estrangeiras devido ao sistema tarifário e ao “Custo Brasil”, associado à burocracia e logística.
O contexto atual é influenciado pela Plano de Ação para a Neoindustrialização 2024-2026 do governo brasileiro, que busca transformar o setor por meio de incentivos à modernização de maquinários e redução de impostos para produtos específicos. As empresas dominantes devem adaptar-se às novas exigências de sustentabilidade para competir de forma eficaz.
No que diz respeito às oportunidades para as empresas bascas, o relatório destaca o seu potencial crescimento em setores tecnológicos e sustentáveis. A indústria brasileira está cada vez mais orientada para a redução da sua pegada de carbono e para o cumprimento dos padrões internacionais. Isto abre portas para empresas que oferecem tecnologia avançada ou soluções ecológicas.
De SPRI y Comércio e Investimento Basco, foram implementadas iniciativas para promover a internacionalização do setor basco através de ajuda financeira e programas de apoio. Além disso, são organizadas jornadas de informação sobre financiamento internacional.


