Jose Luis Gonzalez, um nome de destaque no mundo do coaching empresarial, retornou de uma viagem estratégica para Arábia Saudita e Catar, com uma missão clara: abrir novos caminhos de negócios para o PME andaluzas. Sua recente turnê gerou grande interesse, pois González conseguiu estabelecer contatos significativos na região.
"Acabei de concluir minha viagem pelo Oriente Médio. Após minha estadia na Arábia Saudita, pude me encontrar com diversos tipos de empresários para obter conhecimento em primeira mão da realidade econômica do país e aprender com seu modo de operar. Em seguida, viajei para o Catar, onde participei de um seminário de finanças com um grupo de empresários de Doha, juntamente com meu colega." Mohamed Shabeed"Da ActionCoach Qatar. Estas foram reuniões fascinantes que me proporcionaram muitas informações sobre como funciona o mundo dos negócios no Oriente Médio", disse José Luis González.
Durante sua estadia, González observou atentamente a dinâmica econômica e os modelos de gestão de ambos os países. "Visitar a Arábia Saudita e o Catar não é apenas um choque cultural, mas também uma lição sobre como duas economias, com recursos semelhantes, seguiram caminhos diferentes em seu desenvolvimento empresarial e organizacional", comentou.
Na Arábia Saudita, o Plano de Visão 2030 está impulsionando uma transformação profunda. "Aqui o Plano de Visão 2030 "É mais do que uma estratégia: é uma reestruturação profunda. As empresas estatais estão adotando modelos de gestão mais corporativos, mas com uma hierarquia ainda muito definida. O objetivo é claro: modernizar sem perder o controle, contando com parcerias estratégicas com o setor privado e atraindo investimento estrangeiro", explicou González.
Por outro lado, Qatar Destaca-se pela sua agilidade e adaptabilidade. “O Qatar, por outro lado, fez da agilidade a sua maior força. A sua abordagem é mais flexível, com incentivos para startups e um modelo económico onde a diversificação acontece mais rapidamente. Aqui, as empresas não são apenas criadas, são estrategicamente posicionadas. A diplomacia económica é a sua arma mais poderosa, tornando-se um fator-chave para o comércio e a inovação”, acrescentou.
González identificou três lições fundamentais para as empresas andaluzas: a importância de uma visão de longo prazo, a rapidez na execução e a capacidade de adaptação ao contexto local. "São duas economias diferentes, que seguem caminhos muito distintos, mas que nos ensinam a mesma lição: o futuro dos negócios assenta na estratégia, na estrutura e na execução. E é isso que vamos transmitir às empresas andaluzas para que possam enfrentar com sucesso o desafio da internacionalização", concluiu.





