CESCE, Risco País
Cerca de 18 companhias marítimas, incluindo a Maersk e a MSC, desviaram as suas rotas para o Cabo da Boa Esperança, no extremo sul do continente africano, à luz dos recentes ataques levados a cabo pelos rebeldes Houthi contra navios mercantes no Mar Vermelho. uma das principais rotas marítimas do mundo, por onde passam 15% das trocas comerciais.
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A utilização desta alternativa está a provocar um aumento da duração das viagens entre 7 e 14 dias, um revés inesperado que está a prejudicar o funcionamento do Cadeias de valor de alguns setores industriais.
Da mesma forma, causou um aumento substancial no custo de frete. No caso de transportar um contêiner de 40 pés do Sudeste Asiático a Europa, o preço subiu acima de US$ 4.000, um aumento de 170% em relação ao preço do início de dezembro. Por seu lado, o preço do frete da Ásia para os portos do Mediterrâneo aumentou para mais de 5.000 euros.
Em resposta, cerca de vinte países aderiram à coligação liderada por Estados Unidos restaurar a estabilidade no Mar Vermelho através do envio de navios militares, uma missão naval que guarda algumas semelhanças com a operação antipirataria lançada em 2008 no Chifre da África.
fonte: CESCE





