Transporte marítimo e logística
A federação de transitários, FETEIA-OLTRA, assinou o "Manifesto para um Transporte Marítimo Eficiente", promovido pela Associação Espanhola de Expedidores (ACE) e pelo Conselho Espanhol de Expedidores (SSC). A aliança visa lançar um plano de trabalho conjunto para melhorar a agilidade, a transparência e a resiliência dos portos espanhóis.
La Federação Espanhola de Transitários (FETEIA-OLTRAselou oficialmente sua adesão a Manifesto por um Transporte Marítimo Eficiente, Sustentável e CompetitivoEsta aliança estratégica com a Asociación de Cargadores de España (ACE) E o Spanish Shippers’ Council (SSC) marca o início de um plano de ação imediato para otimizar a cadeia logística portuária em España.
Uma aliança estratégica para a competitividade do comércio exterior.
Assinatura FETEIA-OLTRA Não se trata de uma mera formalidade, mas sim do ponto de partida para uma colaboração ativa com os principais representantes dos proprietários de carga. O manifesto, apresentado durante a segunda conferência de expedidores, foi concebido como um roteiro estratégico Fortalecer o diálogo e a cooperação com empresas de transporte marítimo, operadores logísticos e autoridades portuárias. Com a incorporação formal do setor de agenciamento de cargas, a iniciativa ganha um ator fundamental na construção de um modelo de transporte mais previsível e robusto.
O objetivo fundamental é responder aos desafios do atual cenário geopolítico e econômico, onde o resiliência da cadeia de suprimentos Tornou-se um fator crítico para a competitividade das empresas espanholas. A união de transitários e expedidores representa uma frente comum para combater as ineficiências sistémicas e promover um ambiente operacional mais estável e transparente.
Os quatro pilares do trabalho: Agilidade, Transparência, Resiliência e Sustentabilidade.
Na sequência deste acordo, o trabalho conjunto será estruturado em torno de quatro pilares fundamentais. Em primeiro lugar, o objetivo será fortalecer o eficiência do transporte portuário e terrestre, a fim de otimizar as operações nas instalações portuárias, eliminar gargalos e melhorar substancialmente o fluxo de mercadorias do navio até o destino final.
O segundo eixo centra-se em transparência operacionalAmbas as partes defenderão o estabelecimento de estruturas mais claras para as relações e condições comerciais, proporcionando segurança e estabilidade a todos os elos da cadeia logística. Este ponto é fundamental para evitar custos adicionais imprevistos e melhorar o planejamento das operações de importação e exportação.
Terceiro, a aliança dará prioridade a resiliência e digitalizaçãoO objetivo é desenvolver cadeias de suprimentos com maior adaptabilidade à volatilidade do "novo normal", promovendo a adoção de ferramentas tecnológicas que melhorem a visibilidade e a gestão dos fluxos de transporte. Por fim, o compromisso com o sustentabilidade Será um pilar transversal, direcionando os esforços para a descarbonização e a promoção de energia limpa no setor marítimo-portuário, em consonância com as diretrizes ESG.
Objetivos principais da colaboração entre transitários e expedidores
| Eixo de prioridade | Objetivo específico |
|---|---|
| Agilidade portuária e terrestre | Otimizar as operações portuárias, eliminar ineficiências e melhorar o fluxo de mercadorias. |
| Transparência Operacional | Estabelecer estruturas de relacionamento e condições comerciais claras para proporcionar segurança e estabilidade. |
| Resiliência e Digitalização | Desenvolver cadeias de suprimentos adaptáveis à volatilidade e incentivar a adoção de tecnologia. |
| Sustentabilidade | Apoiar a descarbonização e o uso de energia limpa no setor marítimo-portuário. |
Pontos-chave e perguntas frequentes sobre a aliança entre transitários e embarcadores.
Como essa aliança afeta minha empresa de exportação/importação?
Para uma empresa espanhola, esta aliança visa criar um ambiente logístico mais previsível e eficiente. A médio prazo, os resultados esperados são a redução de atrasos portuários, maior clareza nas tarifas e condições de serviço e cadeias de suprimentos mais robustas para resistir a potenciais interrupções, resultando em maior segurança e competitividade para suas operações internacionais.
Que problemas específicos dos portos espanhóis este manifesto procura resolver?
O manifesto aborda problemas recorrentes, como a falta de eficiência nas operações terrestres dentro dos portos, a falta de transparência em certas sobretaxas aplicadas por alguns atores na cadeia de suprimentos e a necessidade de maior digitalização para melhorar a rastreabilidade das mercadorias. Busca-se, portanto, uma transição de um modelo reativo para um modelo proativo na gestão logística.
Por que a união entre agentes de carga e embarcadores é fundamental neste momento?
A aliança é estratégica porque alinha os interesses de quem gerencia a logística de transporte (transitários) com os dos proprietários da carga (expedidores). No atual contexto de incerteza geopolítica e pressões inflacionárias, apresentar uma frente unida é essencial para negociar com as companhias de navegação e as autoridades portuárias, garantindo que o comércio exterior espanhol permaneça competitivo.


