Os Estados Unidos, pioneiros no sistema de franquias.

Embora existam diversas teorias sobre as origens do sistema de franquias, todas concordam que seu fundador foi americano. Uma dessas teorias afirma que o negócio de franquias começou nos Estados Unidos em 1891 com Martha Matilda Harper. A Sra. Harper abriu seu próprio salão de beleza e, no final de 1920, já contava com mais de 500 unidades, utilizando o sistema de franquias.
Posteriormente, surgiram imitadores no setor, tentando fraudar compradores de franquias desavisados. Como resultado, as autoridades foram obrigadas a estabelecer mecanismos de proteção, criando a Circular Uniforme de Oferta de Franquia (UFOC). A partir de então, qualquer franqueador que comercialize sua marca é obrigado a registrar seu contrato de franquia, o que lhe permite obter mais informações sobre a marca ou o estabelecimento em questão no futuro.
Ao longo do tempo, as regulamentações que regem o setor de franquias tornaram-se cada vez mais rigorosas e novas leis foram promulgadas. Apesar disso, o setor de franquias prosperou nos Estados Unidos. Prova disso é o fato de que mais de 50% do Produto Interno Bruto do país provém de franquias, uma transação relacionada a franquias ocorre a cada sete segundos e uma nova franquia é inaugurada a cada 30 minutos!
Embora a economia dos EUA esteja em recessão há três ou quatro anos, o mercado de franquias continuou a crescer. Por quê? A resposta é simples: o potencial do franchising cresceu enormemente, devido, entre outros motivos, às demissões em massa e à redução de pessoal em diversas empresas. Atualmente, parece que os franqueadores não conseguem expandir seus negócios com a rapidez necessária. Ninguém quer mais trabalhar para os outros; todos querem seu próprio negócio, e a maneira mais fácil de conseguir isso é ingressando em uma rede de franquias.
Esse crescimento gerou outro fenômeno interessante. Empresas que haviam considerado franquear seus negócios antes da recessão agora sabem que precisam agir rapidamente, ou um concorrente sairá na frente e se estabelecerá como uma franquia pioneira no mercado. Esse fenômeno afetou tanto empresas americanas quanto estrangeiras que inicialmente pensaram que o franchising nos Estados Unidos era a melhor opção, mas hesitaram devido aos custos percebidos como elevados — que, na verdade, não são tão altos assim — e às regulamentações governamentais. Na Dirinver ACBB, aconselhamos as empresas que desejam entrar no mercado americano a contratar especialistas locais competentes para orientá-las em cada etapa do processo. Isso significa contratar os serviços de um consultor americano, e não de um advogado que desconheça o mercado de franquias ou a legislação americana. Significa também utilizar uma empresa de consultoria em franquias cujos principais clientes sejam franqueadores e que conte com consultores/assessores que possam auxiliar tanto em questões jurídicas quanto de mercado.

Coexia®

Inteligência artificial no comércio exterior

Olá! Sou Coexia. Como posso te ajudar hoje com sua estratégia de internacionalização?
Coexia IA do comércio exterior