Começou com duas cartas para Japão e Coréia do Sul. Ele então estendeu suas ameaças a vários países, incluindo África do Sul, Tunísia, Bangladesh ou Tailândia, com quem não estavam progredindo nas negociações comerciais. Aqueles que não receberam a carta terão que pagar uma taxa mais alta, de 15% a 20%, em comparação com os 10% que pagavam anteriormente. Em seguida, veio uma crítica severa contra as importações de cobre (ele anunciou tarifas de 50%) e produtos farmacêuticos (imporá tarifas de 200%, aplicadas progressivamente ao longo de 12 a 18 meses).
A isto seguiu-se a ameaça de um imposto de 50% sobre Brasil se o processo judicial contra o ex-presidente continuar Bolsonaro e 35% para Canadá, um parceiro comercial crucial para os Estados Unidos. Por fim, anunciou tarifas de 30% sobre produtos europeus e mexicanos. Tudo isso entrará em vigor em 1º de agosto, o novo prazo. A verdade é que as ameaças anteriores, as tarifas anunciadas no "Dia da Libertação", estão longe de alcançar "90 acordos em 90 dias", como prometeu. Peter Navarro, um dos principais conselheiros de Trump, resultaram em apenas três acordos. Um com Reino Unido, que oferece algumas cotas tarifárias reduzidas por ambas as partes; uma trégua na guerra comercial com a China, com quem mantém tarifas elevadas e tarifas entre 20% e 40% sobre produtos de Vietnam, um dos principais exportadores para os EUA. Ao contrário de abril, desta vez os mercados financeiros mal reagiram ao mais recente capítulo da guerra tarifária global do presidente Trump, já que os investidores descartam a possibilidade de ele recuar novamente e implementar as medidas menos punitivas.
fonte: CESCE




