Novo estudo do Instituto Europeu de Patentes (EPO)
No âmbito do Dia Mundial do Cancro, que se comemora a 4 de fevereiro, o Instituto Europeu de Patentes (EPO) publicou um estudo que revela uma perspetiva esperançosa na luta contra esta doença.
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O relatório, intitulado "Patentes e inovação contra o câncer", destaca que as invenções oncológicas aumentaram mais de 70% entre 2015 e 2021, o que se traduz em mais de 140.000 mil novos desenvolvimentos tecnológicos nos últimos 50 anos.
Espanha, na vanguarda europeia
Espanha posiciona-se em nono lugar entre os países europeus com maior atividade inovadora na área do cancro, com 1.539 famílias de patentes internacionais (IPF) solicitadas nas últimas duas décadas. Esta conquista coloca a Espanha à frente de países como Itália, Suécia e Bélgica, consolidando o seu papel como motor da inovação oncológica no continente.
A Espanha ocupa o nono lugar entre os países europeus e o 17º no mundo, com 1.539 famílias de patentes internacionais sobre o assunto.
Universidades e centros de investigação, motores de mudança
O estudo do EPO revela também que as universidades e os institutos públicos de investigação são os principais intervenientes na geração de novas tecnologias contra o cancro. Estes centros, através do seu trabalho científico e colaborativo, estão a promover o desenvolvimento de soluções inovadoras para a prevenção, diagnóstico e tratamento desta doença.
Acesso à informação: ferramenta fundamental para o progresso
Para facilitar o progresso na investigação oncológica, o EPO lançou uma nova plataforma online gratuita. Esta ferramenta permite aos investigadores aceder de forma rápida e fácil à informação técnica contida nas patentes, facilitando a identificação de tecnologias relevantes para o seu trabalho e a colaboração entre os diferentes intervenientes do setor.
Um futuro promissor na luta contra o câncer
O estudo do EPO destaca o compromisso global na luta contra o cancro e o papel fundamental que a inovação desempenha nesta área. A combinação da investigação científica, a colaboração entre diferentes agentes e o acesso à informação são fundamentais para continuar a caminhar rumo a um futuro onde o cancro seja uma doença evitável, diagnosticável e curável.


