O primeiro Relatório Global sobre a Situação da Compensação Salarial, publicado pela plataforma Compartilhar, coloca a Espanha como o segundo país em crescimento salarial anual, com um aumento de 4,9% no salário médio ajustado à inflação, apenas superado pelo Suécia. Os setores de engenharia e dados destacam-se por serem os mais bem pagos em Espanha, com uma média de 85.000 dólares anuais, seguidos pelas funções de produto e design (71.000 dólares) e de vendas e marketing (60.000 dólares). Em particular, o setor de vendas e marketing registou o maior aumento salarial, com um aumento de 5,2% no último ano.
O relatório também destaca Avanços na paridade de gênero nas funções de design e produto, onde as mulheres representam 46% dos colaboradores, refletindo o compromisso do Empresas espanholas com a inclusão em sectores tradicionalmente dominados por homens. No nível de experiência, os profissionais juniores e gerenciais foram os que tiveram os maiores aumentos salariais, com 30,8% e 26,4%, respectivamente, enquanto os cargos seniores tiveram uma ligeira redução em seus salários.
A remuneração média para funções de engenharia e dados na Espanha é de US$ 85.000, US$ 60.000 para funções de vendas e marketing e US$ 71.000 para funções de produto e design.
O contexto global do relatório destaca Estados Unidos, Canadá e Reino Unido como líderes em remuneração, embora Espanha se destaque na Europa pelo seu forte crescimento salarial e competitividade. Ben Cohen, diretor de dados e análises da Deel, afirma: “Com este relatório procuramos proporcionar maior transparência e igualdade salarial em todo o mundo. Estes dados permitem que empresas e trabalhadores de Espanha e de outros países tenham uma referência precisa para negociar e estabelecer condições salariais competitivas no atual mercado global.”
Este relatório oferece uma ferramenta valiosa para empresas e trabalhadores, permitindo-lhes ajustar as suas estratégias e adaptar-se a um mercado de trabalho global em constante mudança, onde o crescimento salarial e a igualdade de género são fatores-chave para a competitividade e a retenção de talentos.

