Desde que o processo de integração europeia começou em 1950 com a formação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, composta por seis países, muitos progressos foram feitos com o objetivo de criar um novo mapa europeu que atualmente busca se tornar realidade, abrangendo 25 países e 455 milhões de pessoas.
Após sucessivos alargamentos, a atual Europa de quinze países foi estabelecida em 1995. Em maio de 2004, está previsto o quinto alargamento da história da integração europeia, com a adesão de dez países, adiando a entrada de outros dois candidatos, nomeadamente a Roménia e a Bulgária, para 2007, e as negociações com a Turquia ainda estão pendentes, embora a data ainda não tenha sido confirmada.
A Cúpula de Copenhague, realizada nos dias 12 e 13 de dezembro, delineou o cenário para este novo alargamento, alcançando um acordo aparentemente satisfatório para os países candidatos e os Estados-Membros, permitindo-nos continuar a olhar com otimismo para uma Europa de 25.
No entanto, o debate no Conselho Europeu enfrentou negociações árduas. Os temas abordados incluíram a pressão de alguns dos futuros membros da União, que exigiam uma proposta da UE melhorada; o custo do alargamento; a reunificação de Chipre; o início das negociações de adesão da Turquia; e a alocação de fundos da UE para mitigar o desastre do derrame de petróleo do Prestige, entre outras questões.
O compromisso europeu representa, portanto, um desafio significativo que deve ser, sem dúvida, considerado nos processos de internacionalização das empresas, levando em conta as inúmeras possibilidades oferecidas pelos novos mercados daquela que em breve será "outra Europa".
