Seis anos após a privatização dos principais aeroportos do país, o governo federal mexicano solicitou o registro para colocar 85% das ações do Grupo Aeroportuario del Pacífico (GAP) na bolsa de valores, que têm um valor aproximado de 13.500 bilhões de pesos, segundo cálculos do Ministério das Comunicações e Transportes (SCT).
No entanto, o controle do Grupo Aeroportuario del Pacífico, que opera em 12 terminais aéreos internacionais, será mantido pelo consórcio Aeropuertos Mexicanos del Pacífico (AMP), que detém 15% do capital da empresa.
A concessão inclui a operação dos aeroportos de Guadalajara, Manzanillo, Tijuana, Puerto Vallarta, San José del Cabo, La Paz, Hermosillo, León, Morelia, Aguascalientes, Mexicali e Los Mochis. Juntos, eles movimentam 17,8 milhões de passageiros anualmente. Em 2003, este grupo obteve 294 milhões de pesos em lucros líquidos.
Este consórcio inclui, entre outras empresas, a AENA Internacional, subsidiária da maior operadora aeroportuária da Europa; a Hold/oldingmex, acionista majoritária da empresa mexicana Jugos del Valle; e a Inversora del Noroeste, empresa controlada pela Unión Fenosa. Participa também do consórcio o Grupo Dragados, da Espanha, uma das maiores construtoras do mundo.





