O recente acordo entre a União Europeia e o Mercosul, composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, foi descrito pelo Governo como “ambicioso e equilibrado”. De acordo com Amparo López SenovillaPara o secretário de Estado do Comércio do Ministério da Economia, Comércio e Negócios, este pacto oferece “uma grande oportunidade” aos agricultores e pecuaristas espanhóis ao reduzir tarifas e obstáculos burocráticos num mercado com mais de 260 milhões de consumidores.
Durante uma reunião de informação presidida por López Senovilla e Ana Rodríguez Castaño, secretário-geral dos Recursos Agrários e Segurança Alimentar do Ministério da Agricultura, Pescas e Alimentação, explicou às organizações profissionais agrícolas que as medidas incluídas no acordo são cuidadosamente concebidas para proteger produtos sensíveis como a carne bovina ou o açúcar. Rodríguez Castaño destacou que As importações estarão sujeitas a cotas tarifárias que limitam o seu impacto no mercado europeu.
Além disso, foi garantido que As normas europeias de segurança alimentar permanecerão inalteradas, aplicando controles rígidos a todos os produtos importados. “Os produtos do Mercosul obedecerão a rigorosos controles de higiene e qualidade alimentar”, enfatizaram ambos os representantes.
Setores-chave como o azeite, o vinho e a carne de porco beneficiarão especialmente com a eliminação dos direitos de exportação. Da mesma forma, espera-se que este acordo fortaleça as relações comerciais entre dois blocos económicos cruciais num momento decisivo para a economia global.
O encontro contou com a participação ativa de representantes agrícolas como Asaja, COAG, UPA e Cooperativas Agroalimentares. O consenso geral é que este acordo não só fortalece os laços comerciais, mas também estabelece um quadro sólido para promover a sustentabilidade e a cooperação estratégica entre ambos os blocos.





