O pedido de consulta, distribuído aos membros da OMC O último dia 20 de agosto marcou o início de um processo de resolução de divergências entre as duas nações.
O gigante asiático argumenta que as medidas canadianas, que impõem dever na forma de quotas tarifárias sobre a importação de certos produtos siderúrgicos de países sem acordo de comércio livre com o Canadá (incluindo a China), bem como sobretaxas adicionais sobre produtos de aço e alumínio de origem chinesa, são inconsistentes com vários regulamentações internacionais.
Na sua queixa, a China salienta que as acções de Otava infringir as disposições do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT) de 1994, o Acordo sobre Procedimentos de Licenciamento de Importação e o Acordo da OMC sobre Regras de Origem.
Esta disputa ressalta os crescentes atritos no comércio global, à medida que as nações buscam proteger suas indústrias nacionais enquanto navegam na complexa rede de acordos e regulamentações internacionais. A apresentação desta reclamação abre caminho para um processo de negociação e, se não for resolvida, para a formação de um painel de especialistas para resolver a disputa.





