A conferência "Impulsionando as PMEs" foi realizada como parte de um novo encontro de Diálogos sobre Internacionalização.

Na ESADE  

“Do ponto de vista financeiro, precisamos considerar como vamos gerir as nossas transações, as nossas cobranças e pagamentos, o financiamento dos nossos negócios, se vamos realizá-lo a partir de Espanha ou se a baseá-lo noutra região e, claro, a moeda”, explicou Jaime Uscola, Diretor de Negócios Internacionais do Banco Santander.


Que o internacionalização de uma empresa não deve ser uma decisão temporária, mas sim uma estratégia de crescimento e desenvolvimento, foi uma opinião partilhada pelos especialistas que participaram esta terça-feira no Conferência “Promover as PME”, celebrado em ESADE  no âmbito de uma nova edição do Diálogos de Internacionalização onde aspectos fundamentais para o ida de empresas para o exterior, entre eles o financiación.

 

“Do ponto de vista financeiro, ter em conta como vamos gerir as nossas transações, as nossas cobranças e os nossos pagamentos, o nosso financiamento da atividade, se vamos realizá-lo a partir de Espanha ou vamos nos basear em outra geografia e claro na moeda”, explicou. Jaime Uscola, diretor de Negócios Internacionais do Banco Santander, mas não sem antes destacar que “a primeira coisa que deve ser levada em conta é o planejamento que pode ser feito na origem de todo o processo de internacionalização”.

 

O tamanho das empresas tem sido outro ponto de debate, nesse sentido Isabel Puig, presidente da Comissão de PME da Câmara de Comércio Espanhola salientou que “para ajudar as PME a iniciar um processo de internacionalização “Realizámos uma série de inquéritos, através do Observatório da Competitividade, nos quais foi revelado que a dimensão da empresa é uma das condições mais significativas para uma empresa conseguir entrar no mercado externo”.

 

Durante o encontro, o foco foi também colocado na necessidade de as empresas avaliarem os possíveis riscos que poderão enfrentar e se prepararem para os enfrentar, para isso é fundamental "que as empresas conheçam os mercados de destino das suas exportações e dos seus investimentos e claro também, num segundo nível, com qual parte você está contratando”, conforme afirmado Paula de las Casas, chefe da Unidade PME, Direção de Operações em nome do Estado da CESCE.

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