Esta comunidade não é apenas líder na produção de plantas, mas também deu um passo em frente ao obter os frutos diretamente em estufas. O Ministro da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Maria González Corral, destacou as condições climáticas e o profissionalismo dos produtores como fatores-chave para alcançar esta liderança. Em uma conferência técnica realizada em Chañe (Segóvia), González Corral destacou que a especialização agrícola gerou riqueza e emprego nas áreas rurais, permitindo o nome de Castela e Leão alcançar numerosos países europeus e outras partes do mundo.
87% da planta fresca produzida na comunidade destina-se principalmente à Andaluzia e aos países da região. União Europeia como Itália e Grécia, mas também é exportado para mercados fora da Europa, como Marrocos, Argélia, Tunísia e Jordânia. Em relação à planta preservada, Argélia e Brasil Concentram mais de 60% das exportações.
O setor enfrenta desafios como a busca de alternativas para desinfecção de solos, área em que a Itacyl atua com projetos de pesquisa financiados com quase 500.000 mil euros. Além disso, a Itacyl tem promovido avanços tecnológicos na indústria de conservação e processamento, como revestimentos comestíveis para prolongar a vida útil dos morangos e processos para converter excedentes em produtos de alto valor.
