Castilla-La Mancha exige programa específico para oliveiras na nova PAC

 

Durante sua participação no Festival Primeiro Óleo da Campanha, organizado pela empresa Aceites García de la Cruz, Martínez Guijarro enfatizou que este programa é crucial para "considerar o que precisa ser mudado e melhorado no setor" de forma estratégica.

 

Rejeição total da proposta da Comissão Europeia

 

A posição do Executivo regional, liderado por Emiliano García-Page, continua rejeição frontal Em relação à proposta da PAC apresentada pela Comissão Europeia, o Primeiro Vice-Presidente insistiu que esta proposta implica uma "redução radical" do financiamento, o que representa um corte severo em programas essenciais de desenvolvimento rural.

 

Estes cortes afectariam directamente as linhas de apoio fundamentais, como incorporação de jovens agricultores e o financiamento que chega aos Grupos de Desenvolvimento Rural. Martínez Guijarro lembrou que, em resposta a esta situação, o governo regional está a trabalhar numa proposta alternativa às regras de funcionamento da PAC, em colaboração com o setor agrícola e outras administrações.

 

A procura por um programa específico baseia-se na crescente importância da oliveira para a economia regional. Castilla-La Mancha consolidou-se como a segunda região produtora de azeitonas na Espanha —atrás apenas da Andaluzia— e da terceiro no mundo.

 

Com mais de 460.000 hectares e perto de 83.000 olivicultores Em 2024, as oliveiras já ultrapassaram as vinhas em área na Comunidade Autónoma. Esta expansão resultou num aumento significativo da produção: a última campanha registou 145.421 toneladas de azeite, um crescimento de quase 34% em relação ao ano anterior, segundo dados do governo regional. Essa importância produtiva reforça a necessidade de o setor contar com apoio e reflexo adequados na nova PAC.

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