CESCE, Risco País
Uma greve geral de 24 horas ocorreu em 12 de janeiro, a terceira rodada de grandes protestos desde que o presidente Javier Milei assumiu o poder em 10 de dezembro, e a primeira greve geral em cinco anos.
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Conforme Confederação Geral do Trabalho (CGT), 80% dos seus membros apoiaram-no e mais de um milhão participaram nos protestos nacionais, 600.000 deles em Buenos Aires. Segundo o governo, havia apenas 40.000 mil manifestantes na capital, enquanto a Polícia Federal registrou 80.000 mil. Para Milei, a greve é sintomática do confronto entre elementos reacionários ("a casta") que lutam contra a mudança e aqueles que pretendem colocar a Argentina "no caminho para se tornar um país desenvolvido".
As pesquisas de opinião mostram um forte apoio a Milei, com aprovação em torno de 58%, embora entre os setores de baixa renda esteja caindo e a opinião esteja mais dividida sobre seu amplo alcance. Decreto de Necessidade e Urgência e a "lei omnibus": cerca de 38% apoiariam e o mesmo número rejeitaria se as reformas fossem submetidas a plebiscito, como sugeriu o próprio Milei. O debate sobre a lei omnibus foi adiado para esta semana, levantando novas dúvidas sobre as suas perspectivas.
fonte: CESCE
