– O que diferencia o IESE de outros programas de treinamento internacionais?
Primordialmente, a escola foca-se na atenção personalizada aos alunos, na importância dos valores humanos e éticos e na visão dos negócios não como uma fonte de lucro, mas como uma fonte de desenvolvimento pessoal. Outro aspecto fundamental é a sua ênfase na pesquisa rigorosa, gerando novas ideias úteis para os tomadores de decisão. Crucialmente, o caráter global e internacional da escola e o seu impacto na formação de líderes empresariais são também cruciais, fomentando a consciência da sua responsabilidade para com o desenvolvimento daqueles que os rodeiam e para com a sociedade como um todo.
– Em quais países você pode estudar através do IESE?
No programa de mestrado, realizamos intercâmbios de um semestre com escolas de renome em todo o mundo, nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Holanda, Canadá, França, México, China, Argentina, Costa Rica e outros países. Além disso, desenvolvemos outras atividades internacionais em outros programas e com participantes de outros países.
– Qual a importância da natureza internacional dos programas quando uma empresa escolhe um perfil em detrimento de outro?
Atualmente, as empresas, principalmente as de médio e grande porte, exigem essa dimensão internacional porque os negócios e os desafios são globais e porque é necessário compreender culturas e conectar-se com pessoas de outros países. Como isso pode ser alcançado? O mais importante é fazê-lo em uma escola internacional. Nem todas as escolas são internacionais simplesmente por estarem localizadas no exterior, pois algumas escolas expõem os alunos apenas à cultura de um único país. Na IESE, atualmente, os alunos interagem diariamente com culturas de mais de 50 países.
Um segundo aspecto é a natureza internacional do currículo. Ter trabalhado no exterior é importante. Mesmo que você estude em uma escola internacional como a IESE, passar um semestre em uma universidade no exterior pode ser benéfico e será muito valorizado em sua futura carreira.
A internacionalidade não se resume apenas a aprender um idioma; trata-se de aprender sobre a cultura internacional, compreender os problemas e pontos de vista dos outros e estar sujeito a diferentes influências.




