No início de novembro, os legisladores checos aprovaram a Lei Suplementar do Imposto sobre o Rendimento, que permitirá uma depreciação mais rápida do mobiliário empresarial. "Isso vai nos permitir pagar os nossos empréstimos mais rapidamente. No entanto, a lei suplementar já devia ter sido aprovada há muito tempo, pois solicitámos ao governo, há doze anos, a implementação desta alteração, e o nosso pedido foi esquecido", afirmou Marek Rybár, presidente do grupo de eletrodomésticos ETA.
As mudanças também se estenderão ao setor de P&D. Cada coroa investida por uma empresa em P&D será amortizada duas vezes a partir de janeiro próximo. Isso significa que, se uma empresa investir um milhão de coroas em P&D, poderá reduzir seu lucro tributável em dois milhões. "Essa mudança contribuirá para a competitividade do país", enfatizou o vice-ministro da Economia, Martin Jahn.
O Parlamento também apoiou os fabricantes de carros de luxo, permitindo que os empresários incluam até 1,5 milhão do valor do carro nas despesas, em comparação com o limite anterior de 900.000 coroas.
No entanto, os líderes empresariais exigem mudanças ainda maiores. Segundo o partido da oposição, ODS, a taxa do imposto de renda deve ser reduzida para 15%, e não apenas para o nível atual de 24%. "O Parlamento rejeitou a proposta do ODS porque ela acarretaria uma queda insuportável na receita do Estado de 20 milhões no primeiro ano", respondeu o Ministro das Finanças, Bohuslav Sobotka.




